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  • Revista EntreVerbos

MOEDA VIRTUAL: a amplitude dos novos ativos na economia digital

Um Bitcoin alcançou neste ano valor equivalente a R$ 340 mil, maior patamar desde sua criação em 2009

Por Kawanne Silva



Pagamentos pela internet, cartão virtual e bancos digitais são instituições e recursos usuais na sociedade em rede, em uma economia altamente digitalizada. No entanto, apesar de a circulação de dados econômicos ser algo corriqueiro, no fundo, sempre resta aquela sensação de que por trás dos bits e bytes, há uma moeda de metal ou uma nota de papel que representa a dimensão física do dinheiro.


Mas e no caso das moedas digitais, como o Bitcoin? A garantia, é baseada na tecnologia. Segundo o bacharel em administração e especialista em moedas digitais, Fernando Ulrich, a bitcoin é hoje uma inovação por permitir a circulação sem controle governamental. “O Bitcoin é uma forma descentralizada de moeda digital aberta, funcionando em rede ponto a ponto, sem depender de uma entidade central. Sua singularidade reside em ser o pioneiro como um sistema global de pagamento completamente descentralizado. Embora possa parecer complexo inicialmente, os princípios fundamentais do Bitcoin são, na realidade, bastante acessíveis”.


Apesar de ser lastreada de forma descentralizada, há muita segurança envolvida nas transações, isso porque os ativos digitais espelham-se em modelos operacionais de arquitetura tecnológica, o que permite que o investidor faça transações com mais segurança. O mecanismo que garante a segurança dos ativos é chamado de: blockchains, representando o sistema de controle de registro, que garante segurança e confiabilidade.


Por meio de uma proposta de descentralização permitindo uma maior segurança e desempenhando uma atividade transacional segura. A validação de segurança é feita por meio do processo chamado Token que opera em diferentes funções dentro da blockchains. Portanto um ativo seguro para novos investidores.


“Este tipo de valor monetário oferece uma maneira inovadora de realizar transações financeiras, proporcionando aos usuários maior segurança e privacidade. Além disso, o Bitcoin tem atraído interesse como uma reserva de valor e como oportunidade de investimento, devido à sua escassez e natureza deflacionário”, aponta Ulrich.


Se tem segurança, tem também valorização. Só para se ter uma ideia, neste ano, uma moeda de Bitcoin alcançou o maior marco de valorização desde que foi criada em 2009. Agora em junho, a moeda alcançou o patamar de US$ 69 mil, o equivalente a R$ 342,4 mil. Segundo dados do mercado de criptomoedas CoinMarketCap, o valor da moeda dobrou no último mês. A credibilidade do mercado de ativos digitais vem aumentando, embora seja algo novo, o que gera mais desconfiança e medo aos investimentos padrões já estáveis no mercado financeiro a algum tempo.

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