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A alimentação equilibrada é essencial para o desenvolvimento e prevenção de doenças

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    Revista EntreVerbos
  • 28 de abr.
  • 3 min de leitura

Na pandemia, famílias com crianças sofreram com a falta de alimentos, gerando casos graves de desnutrição.


Por: João Victor Alves


O monitoramento do estado nutricional da população é realizado pelos órgãos governamentais, geralmente pelas secretarias de saúde em cada região. Essas entidades contam com profissionais especializados em alimentação e nutrição, que avaliam fatores como idade, peso e estatura para garantir um acompanhamento adequado.


Para alcançar um estado nutricional saudável, é fundamental uma alimentação equilibrada e rica em vitaminas. Isso é crucial para o desenvolvimento das crianças, principalmente as que estão em idade escolar. Muitas dependem das refeições oferecidas nas escolas, que têm o compromisso de proporcionar uma merenda de qualidade. Esse cuidado impacta diretamente o crescimento infantil e a aprendizagem.


Investir em alimentação adequada durante a infância e a adolescência é garantir uma vida adulta mais saudável e com menos riscos de doenças crônicas.


Fonte: Referência da II Conferência Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional


Frutas frescas expostas em supermercado de Curitiba. (Créditos: João Victor Alves)
Frutas frescas expostas em supermercado de Curitiba. (Créditos: João Victor Alves)

Com o surgimento da pandemia, muitas pessoas deixaram de se alimentar de forma adequada por causa da situação financeira. Isso afetou diretamente a saúde daqueles que não tinham acesso a alimentos básicos e de qualidade.


Em períodos anteriores, a médica Zilda Arns, fundadora da Pastoral da Criança, foi responsável por resgatar milhares de crianças da desnutrição. Ela usava alimentos simples, mas ricos em vitaminas, mostrando que é possível recuperar a saúde com cuidado e orientação nutricional.


A qualidade e a quantidade dos alimentos influenciam diretamente a saúde. O consumo exagerado de massas, açúcar, sódio e gorduras pode causar doenças como hipertensão, diabetes e obesidade.


Para se ter uma vida saudável, é importante cuidar do que se consome ao longo da vida. O corpo precisa de vitaminas e minerais para manter o bom funcionamento do organismo e prevenir doenças.


A nutrição alimentar garante mais energia e bem-estar, além de favorecer a integração social e a qualidade de vida.



Verduras higienizadas prontas para consumo em supermercado de Curitiba. (Créditos: João Victor Alves)
Verduras higienizadas prontas para consumo em supermercado de Curitiba. (Créditos: João Victor Alves)

Manter a saúde é uma prioridade fundamental para o bem-estar geral. Para alcançar e preservar um estilo de vida saudável, práticas simples podem fazer toda a diferença.


A base de uma boa nutrição está no consumo de alimentos naturais, como frutas, verduras, legumes, carnes, arroz e feijão. Quando uma criança é alimentada dessa forma, ela está se prevenindo contra a obesidade e outros tipos de doenças.


Além de uma boa alimentação, é fundamental praticar atividades físicas regularmente e manter uma rotina equilibrada. O incentivo ao esporte desde a infância ajuda a formar adultos mais saudáveis e conscientes dos cuidados com o próprio corpo e mente.


Fonte: Organização Pan-Americana da Saúde (PAHO) – Alimentação Saudável


Dados do DataSUS revelam aumento de casos de obesidade e hipertensão no Brasil


De acordo com o DataSUS, o número de diagnósticos de obesidade e hipertensão aumentou de forma significativa na última década. Entre 2013 e 2023, os casos de obesidade cresceram 72%, enquanto os de hipertensão arterial subiram 45%.


Esses números mostram o impacto dos maus hábitos alimentares e do sedentarismo na saúde dos brasileiros. Segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), dietas ricas em frutas, verduras e cereais integrais podem reduzir em até 30% o risco de doenças cardiovasculares.


A nutricionista Marina Lopes, especialista em saúde pública, explica que o problema é cultural e social:


“Muitas famílias acabam priorizando alimentos ultraprocessados porque são mais baratos e práticos. O desafio é tornar o alimento saudável acessível e parte da rotina de todos.”


Para enfrentar essa realidade, especialistas defendem políticas públicas de incentivo à alimentação saudável, educação nutricional nas escolas e apoio aos produtores locais. Comer bem é um ato de escolha – e também de cidadania.


Gráfico: Crescimento de doenças relacionadas à má alimentação no Brasil (2013 – 2023)


Fonte: DataSUS – Ministério da Saúde (Plataforma TabNet). (Créditos: João Victor Alves)
Fonte: DataSUS – Ministério da Saúde (Plataforma TabNet). (Créditos: João Victor Alves)

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